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Internacional
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Operação EUA e Nigéria elimina líder do Estado Islâmico

Ataque conjunto resulta na morte de Abu Bilal al Minuki, segundo em comando.

João Pereira16 de maio de 2026 às 13:30
Operação EUA e Nigéria elimina líder do Estado Islâmico

Uma operação coordenada entre Estados Unidos e Nigéria resultou na morte de Abu Bilal al Minuki, o número dois do grupo Estado Islâmico, em uma ação realizada no território nigeriano, que frequentemente é alvo de violência extremista.

Abu Bilal al Minuki, um dos principais terroristas do mundo, foi abatido em operação conjunta.

O presidente americano Donald Trump revelou em sua plataforma Truth Social que o líder jihadista, que pensava ter se escondido efetivamente, foi monitorado constantemente através de fontes informantes. 'O terrorista mais ativo do mundo' foi eliminado sob um plano complexo e bem estruturado, conforme Trump. A morte de al Minuki, nascido no estado de Borno, na Nigéria, em 1982, é vista como um golpe significativo para as operações do EI globalmente.

Consequências e Reações

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, comemorou nas redes sociais a eliminação do comandante do EI, afirmando que a operação não apenas matou al Minuki, mas também a sua equipe, que estava diretamente implicada em atos de violência contra cristãos na Nigéria. O presidente nigeriano, Bola Tinubu, confirmou a operação em um comunicado, referindo-se ao ataque como um 'duro golpe' contra a organização terrorista.

"

Nossas Forças Armadas nigerianas, determinadas e em estreita colaboração com as Forças Armadas dos Estados Unidos, executaram uma ousada operação conjunta

Bola Tinubu.

As forças nigerianas ressaltaram a importância da morte de al Minuki, afirmando que ele era um elo vital na coordenação de operações do EI em várias regiões do mundo. A ação ocorreu em um complexo na bacia do lago Chade e envolveu ataques aéreos que resultaram na eliminação de vários de seus associados.

Contexto

A Nigéria enfrenta uma crescente onda de violência relacionada a jihadistas e bandos criminosos conhecidos como 'bandidos', que frequentemente atacam comunidades, resultando em sequestros em massa e extorsões.

Trump acrescentou que a luta contra a violência contra cristãos na Nigéria é uma prioridade. No entanto, a alegação de que há um genocídio contra cristãos é contestada por autoridades nigerianas e especialistas que afirmam que tanto muçulmanos quanto cristãos enfrentam perigos semelhantes. Desde 2025, os EUA intensificaram sua cooperação militar com a Nigéria, especialmente após ações dirigidas contra jihadistas durante o período natalino.

  • 1Morte de Abu Bilal al Minuki representa uma vitória para a luta contra o terrorismo.
  • 2Cooperação militar entre EUA e Nigéria está se fortalecendo.
  • 3Conflito na Nigéria continua a impactar tanto cristãos quanto muçulmanos.

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