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Internacional
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Rússia intercepta 556 drones ucranianos após ataques em Kyiv

Incidentes acentuam as tensões no conflito crescente entre os países

Ricardo Alves17 de maio de 2026 às 09:40
Rússia intercepta 556 drones ucranianos após ataques em Kyiv

Após uma série de bombardeios fatais em Kyiv, o Ministério da Defesa da Rússia anunciou que seus sistemas de defesa aérea conseguiram derrubar 556 drones ucranianos entre a noite de ontem e a manhã de hoje, impactando diretamente a segurança na região.

Os ataques aéreos afetaram 14 regiões da Rússia, incluindo a Crimeia anexada.

De acordo com as informações divulgadas pelo ministério nacional, a maioria das interceptações ocorreu na capital russa e seus arredores, onde mais de 80 drones foram abatidos. Andrei Vorobiov, governador da área metropolitana de Moscou, relatou que a violência resultou na morte de uma mulher em Khimki e de dois homens em Mytishchi, além de diversos danos a residências e infraestruturas.

Além das fatalidades, o prefeito Sergei Sobyanin informou que um ataque feriu 12 pessoas, a maioria trabalhadores em um canteiro de obras próximo a uma refinaria, que não teve suas operações interrompidas. Três prédios residenciais também foram danificados por essas ações.

Diplomacia estagnada

Os esforços para alcançar um acordo pacífico continuam sem progresso. Recentemente, uma trégua de três dias, desejada durante as celebrações do fim da Segunda Guerra Mundial, foi rapidamente seguida por novos bombardeios após o fim do cessar-fogo, mediado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Na última quarta-feira, a capital ucraniana enfrentou ataques que resultaram na morte de, pelo menos, 24 pessoas, incluindo três menores, e deixou cerca de 50 feridos. Em resposta, o presidente Volodymyr Zelensky enfatizou que a Ucrânia tem autoridade para atacar a indústria petrolífera russa e os responsáveis pelos crimes de guerra cometidos contra seu povo.

Contexto

As negociações para um cessar-fogo duradouro estão travadas desde o início do conflito no Oriente Médio, que começou em fevereiro de 2026 com ataques israelenses e americanos ao Irã.

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