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Internacional
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Visita de rei Charles III aos EUA mantém-se após ataque a tiros

Monarca britânico chega aos EUA em meio a tensões políticas

Ricardo Alves27 de abril de 2026 às 07:15
Visita de rei Charles III aos EUA mantém-se após ataque a tiros

O rei Charles III e a rainha Camilla da Grã-Bretanha desembarcarão nos Estados Unidos nesta segunda-feira (27), apesar do recente ataque a tiros ocorrido no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca.

Essa visita de Estado, a mais significativa do reinado de Charles, celebra os 250 anos da independência dos Estados Unidos do Reino Unido e marca a primeira presença de um monarca britânico no país em duas décadas.

Visita do rei Charles III ocorre em meio a tensões políticas entre Reino Unido e EUA.

Antes do ataque, que teve como alvo o evento que contava com a presença do presidente americano Donald Trump, a viagem já estava sob um contexto de animosidade, principalmente em relação à postura britânica na guerra entre EUA e Israel contra o Irã.

Após intensas discussões, o Palácio de Buckingham confirmou que a viagem seguirá conforme planejado. Um porta-voz do palácio expressou a gratidão da realeza a todos os envolvidos em garantir a continuidade da visita.

Durante sua estadia, o rei terá um encontro particular com Trump e discursará no Congresso, um feito raro para um monarca britânico. Também está programado um jantar na Casa Branca e uma homenagem em Nova York aos 25 anos dos ataques de 11 de setembro.

Histórico e Significado

Esta visita é vista como uma oportunidade crucial para reforçar os laços entre os EUA e o Reino Unido, que estão passando por um momento delicado nas relações diplomáticas.

A última etapa da viagem será na Virgínia, onde o rei se reunirá com grupos de conservação, destacando seu meio século de ativismo em prol do meio ambiente.

"

A visita ressaltará nossa história compartilhada e os valores que unem nossas nações

Christian Turner, embaixador britânico nos EUA.

Apesar das críticas de Trump à Grã-Bretanha sobre sua posição na guerra e a recente revelação de que os EUA poderiam tomar uma postura mais rígida sobre a reivindicação britânica das Ilhas Malvinas, a viagem avançará sem o impacto das tensões atuais.

Questões como o escândalo de Jeffrey Epstein foram deixadas de fora da agenda, com fontes afirmando que o casal real não se reunirá com vítimas do caso para evitar complicações legais para a família real.

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