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Internacional
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Zelensky destaca retalição a ataques russos após dano a mosteiro

Presidente da Ucrânia alerta sobre consequências para Moscou

Ricardo Alves18 de junho de 2026 às 10:20
Zelensky destaca retalição a ataques russos após dano a mosteiro

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Ucrânia continuará seus ataques aéreos como resposta a retaliações russas, após um recentíssimo ataque que atingiu um mosteiro histórico em Kiev.

Zelensky declarou que se a Ucrânia sofrer, Moscou também arderá.

Em mensagem divulgada na quinta-feira (18), o líder ucraniano comentou sobre a sequência de ataques a Moscou, que inclui um novo bombardeio em uma refinaria de petróleo, evidenciando a intensificação das hostilidades entre os dois países.

Na segunda-feira (15), um ataque aéreo causou a morte de pelo menos dez pessoas em diferentes localidades da Ucrânia, além de danificar o milenar mosteiro de Kyiv Pechersk Lavra.  Zelensky revelou que os ataques são uma forma de retaliação e reafirmou que o país não busca guerra, mas está preparado para defendê-la.

"

Não queremos esta guerra, e todos sabem disso, mas se a Ucrânia arder, a sua Moscovo também arderá

Volodymyr Zelensky.

O presidente ucraniano deve participar de uma reunião com aliados militares em Bruxelas, onde discutirá a necessidade de um fortalecimento do sistema de defesa aérea ucraniano, em colaboração com a Otan.

Contexto

A guerra na Ucrânia teve início em fevereiro de 2022, com a Rússia controlando atualmente cerca de 20% do território ucraniano. Em 2022, Putin anexou quatro regiões da Ucrânia, e os combates têm resultado em um elevado número de mortes, a maioria delas de civis ucranianos.

O presidente pediu reforço nas sanções contra os setores de defesa e energia da Rússia como uma estratégia para pressionar Putin a encontrar uma solução pacífica para o conflito, solicitando enfaticamente que todos, inclusive os russos, se unam à causa.

  • 1Ataques aéreos intensificados por ambos os lados
  • 2Aumento das baixas civis na Ucrânia
  • 3Negociações de paz defendidas pelos EUA
  • 4Continuação da resistência ucraniana a ofensivas russas

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