Influenciadora é acusada de ligação com o PCC e organiza crimes

A Justiça de São Paulo aceitou o pedido de denúncia do Ministério Público contra a influenciadora digital Deolane Bezerra, que agora enfrenta acusações de lavagem de dinheiro e associação criminosa na Operação Vérnix.
Além de Deolane, outras cinco pessoas foram formalmente implicadas, incluindo membros da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), como Marcos Willian Herbas Camacho, o Marcola, e seu irmão, Alejandro Herbas Camacho Júnior. Esses réus têm um prazo de dez dias para se manifestar sobre as alegações no processo.
✨ A decisão judicial é sigilosa e foi tomada pela 3ª Vara Criminal de Presidente Venceslau.
A denúncia apresentada pelo promotor Lincoln Gakyia ocorre logo após o Superior Tribunal de Justiça negar um pedido de prisão domiciliar a Deolane. Ela está detida desde 21 de maio na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, interior de São Paulo.
As investigações revelam um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a uma transportadora de cargas em Presidente Venceslau, identificada como operada pela liderança do PCC. Deolane é acusada de ser a responsável por movimentar recursos financeiros provenientes de atividades criminosas.
Manuscritos descobertos em 2019 na penitenciária e dados coletados em investigações continuam a traçar ligações entre contas bancárias e empresas associadas a ela.
A defesa de Deolane Bezerra afirma que ela é inocente e que todos os seus rendimentos têm origem legítima, devidamente reportada às autoridades fiscais. A equipe jurídica dos outros réus também foi contatada para comentários.
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