Decisão ocorre após réu aceitar detenção durante audiência em tribunal

A juíza Moxila A. Upadhyaya negou o pedido dos promotores para manter Cole Tomas Allen preso, mesmo após o réu concordar em sua detenção durante a audiência. Allen, acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump, não contestou sua prisão enquanto seu caso avança.
Na audiência realizada na última quinta-feira, Allen, que não fez muitas declarações, aceitou a detenção pré-julgamento. No entanto, os promotores tentaram argumentar que ele deveria permanecer atrás das grades, o que foi rejeitado pela juíza, que afirmou que o pedido não tinha precedentes.
✨ Juíza nega pedido de prisão após réu aceitar detenção.
O réu, que se apresentava em um uniforme laranja de prisão, deve retornar ao tribunal em 11 de maio. Seus advogados informaram que ele está sob confinamento restrito, o que gerou questionamentos sobre a necessidade dessa medida.
A acusação alega que não existiriam condições que garantissem a segurança da comunidade caso Allen fosse liberado. O promotores citam a gravidade do caso, caracterizando como 'violência política extrema' a tentativa de assassinato.
Em contrapartida, a defesa argumenta que as alegações são baseadas em suposições e questiona a veracidade dos fatos, especialmente a declaração de que Allen disparou sua arma na direção de um agente do Serviço Secreto durante o incidente.
Cole Tomas Allen foi acusado de tentar assassinar o presidente dos EUA, supostamente disparando sua espingarda em um evento onde Trump estava presente. Ele foi preso antes de conseguir acessar o local do evento e agora enfrenta a acusação em tribunal.
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Jornalista especializado em Justiça

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