Brasil e Google Unem Forças para Fortalecer o Cadastro Ambiental Rural
Acordo entre Ministério da Gestão, Serviço Florestal Brasileiro e Google traz imagens de satélite para melhorar a precisão das análises ambientais.

A celebração do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e o Google, realizada em 1º de abril, representa um passo significativo na melhoria do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Este pacto inclui o acesso a um novo conjunto de imagens de satélite de alta resolução datadas de 2008, ano que é referência no Código Florestal.
Avanços na Análise de Dados
O painel 'Impactos e Relevância da Parceria' que se seguiu à apresentação do Acordo, contou com a participação de especialistas que discutiram as repercussões dessa colaboração, evidenciando melhorias na maneira como o governo acompanha as alterações nos territórios ao longo dos anos.
"Estamos avançando na lógica de código aberto, permitindo que mais pessoas contribuam com o desenvolvimento das ferramentas e acelerem a inovação
✨ As novas imagens facilitarão análises detalhadas em nível de propriedade rural, essencial para uma gestão ambiental mais eficaz.
Contexto
Desde 2019, o MapBiomas inclui a detecção de desmatamento utilizando imagens comparativas, ajudando na verificação de dados ambientais.
Marcos Vinícius da Silva Alves, diretor de Regularização Ambiental Rural do SFB, enfatizou a importância do acordo para a melhoria das políticas públicas. Ele indicou que a integração de dados beneficiará estados e municípios, tornando a informação mais acessível e centralizada.
"A qualificação dessas bases fortalece a capacidade do Estado de exercer sua função regulatória
Conforme a parceria avança, novas tecnologias relacionadas ao CAR surgirão, incluindo ferramentas que automatizam o cálculo de áreas vegetais e monitoram as mudanças nos registros ao longo do tempo.
Apoio da Infraestrutura Tecnológica
Ivan Patriota, do Google, salientou a relevância da infraestrutura tecnológica para o progresso da análise ambiental. Ele apresentou três pilares principais: grande capacidade de processamento, algoritmos de inteligência artificial e uma robusta infraestrutura de nuvem.
"É essencial que a tecnologia suporte decisão com precisão e velocidade
- 1Imagens de satélite de alta resolução
- 2Algoritmos de inteligência artificial para detecção de mudanças
- 3Integração de dados para capacidades de análise superiores
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Gabriel Rodrigues
Jornalista especializado em Meio Ambiente
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