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Ibovespa registra queda de 1,19%; ações bancárias pressionam mercado

Índice brasileiro acumula alta anual, mas perde fôlego mensalmente

Giovani Ferreira11 de maio de 2026 às 18:50
Ibovespa registra queda de 1,19%; ações bancárias pressionam mercado

Nesta segunda-feira (11), o mercado financeiro brasileiro enfrentou uma queda significativa no principal índice de ações, o Ibovespa, que finalizou o pregão a 181.908,87 pontos, representando uma desvalorização de 1,19%. O volume transacionado foi de R$ 29,19 bilhões.

O Ibovespa oscilou entre mínimas de 181.615 pontos e máximas de 184.530 pontos. Apesar da queda do dia, o índice ainda acumula uma alta de 12,9% desde o início de 2026. Contudo, a análise mensal apresenta um recuo de 2,89%, indicando uma desaceleração recente.

Desempenho das Ações

Entre os papéis que mais influenciaram o índice, os resultados foram mistos. As ações preferenciais do Itaú Unibanco tiveram uma queda de 2,21%, a R$ 40,35, enquanto Bradesco recuou 2,74%, ficando a R$ 18,08. Por outro lado, Petrobras e Vale mostraram resistência, com alta de 1,71% e 2,38%, respectivamente.

Petrobras ON subiu 1,34%, fechando a R$ 50,78, destacando-se em um dia de pressão sobre ações bancárias.

Cenário Externo e Câmbio

No mercado internacional, a movimentação foi positiva, mas limitada, com o índice Dow Jones avançando 0,19%, a 49.704,47 pontos, e o Nasdaq subindo 0,1%, aos 26.274,13 pontos. O câmbio também apresentou leve estabilidade, com o dólar comercial fechando a R$ 4,8909 na compra e R$ 4,8914 na venda.

Informações adicionais

O índice Ibovespa Futuro, por sua vez, teve uma queda de 1,51%, fechando a 184.370 pontos, o que sugere uma continuidade da pressão nos próximos dias.

No lado dos juros, a taxa do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) manteve-se em 14,40% ao ano. O ouro, por sua vez, teve uma leve queda de 0,04%, a US$ 4.728,70 por onça-troy.

O fechamento de hoje ilustra uma necessidade de ajustes na bolsa brasileira, com principais destaques nas ações bancárias. As razões para estes movimentos não foram explicitadas por analistas, dificultando previsões mais assertivas para o futuro próximo.

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