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Soja sobe 0,96% em Chicago devido a demanda chinesa e calor na Europa

Pressões no mercado de soja com clima adverso na Europa e rumores de compras chinesas

Gabriel Azevedo16 de junho de 2026 às 17:10
Soja sobe 0,96% em Chicago devido a demanda chinesa e calor na Europa

Na bolsa de Chicago, o preço da soja teve um aumento de 0,96%, fechando a US$ 11,30 por bushel nesta terça-feira, refletindo a combinação de fatores no mercado.

A análise da Royal Rural atribui essa valorização a dois elementos principais: rumores sobre uma possível maior demanda por parte da China e a expectativa de uma nova onda de calor na Europa, que pode impactar a produção agrícola.

Rumores sobre a demanda chinesa aumentam a pressão sobre as cotações da soja.

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Até agora, não existe confirmação oficial de uma compra grande nova. Mas, em um mercado que já vinha bastante pressionado, qualquer sinal da China olhando para os Estados Unidos força ajuste de posição

Royal Rural.

Além disso, a consultoria destacou os potenciais impactos do calor extremo na Europa, que pode levar as temperaturas a ultrapassar os 40 °C nos próximos dias.

Essa situação climática é especialmente relevante, pois pode afetar a produção de pastagens e milho forrageiro, influenciando a oferta de alimentação animal. A expectativa é de que, se a oferta de forragem diminuir, a demanda por proteína vegetal, especialmente o farelo de soja, possa crescer.

Movimentos no mercado de milho e trigo

Por outro lado, o preço do milho teve uma leve queda, com os contratos de julho encerrando a US$ 4,1375 por bushel, uma desvalorização de 0,42%. Essa redução ocorre em um momento em que a safra de milho nos EUA avança de forma satisfatória, com 68% das lavouras avaliadas como boas ou excelentes, segundo o USDA.

No segmento do trigo, os contratos de julho registraram uma alta de 1,06%, atingindo US$ 5,96 por bushel, refletindo uma dinâmica diferente do mercado de grãos.

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