André Seibel destaca estratégias para a queima de estoque de verão em 2026
Dicas do CEO do maior shopping popular da América Latina para aproveitar melhor as vendas.

Com a temporada se encerrando, a queima de estoque de verão 2026 se destaca como uma oportunidade no varejo. Para os consumidores, é uma chance de adquirir produtos a preços reduzidos, enquanto para os lojistas, é um momento crucial de gestão financeira.
Preparação é essencial
Segundo André Seibel, CEO do Circuito de Compras, o maior shopping popular da América Latina, o intervalo entre coleções precisa ser bem planejado. 'Esse tempo é fundamental para entender as nuances do consumidor, ajustar os estoques e criar ofertas reais de venda', explica. Uma campanha bem estruturada pode não só aumentar o fluxo de clientes, mas também fortalecer o varejo popular.
"Quando a estratégia é bem definida, a liquidação se torna um motor de fluxo e faturamento.
✨ Organizar categorias e criar descontos progressivos são essenciais.
Contexto
A queima de estoque em 2026 exige que os consumidores sejam mais cautelosos em suas compras, comparando preços e buscando o melhor custo-benefício.
Uma atenção especial deve ser dada à forma de pagamento, que influencia significativamente as decisões de compra. Oferecer opções como parcelamento facilitado e condições diferenciadas para grandes volumes pode melhorar a conversão e o ticket médio.
A experiência do consumidor na loja também deve ser otimizada. A sinalização clara e a organização do espaço podem aumentar o tempo que o cliente permanece no estabelecimento, levando a compras por impulso. Em locais de grande fluxo, como os shoppings populares, essa organização se torna um diferencial competitivo.
Por fim, a queima de estoque deve ser vista também como uma preparação para novas coleções. Um giro eficiente de mercadorias não só libera capital para reinvestimento como também abre espaço para as novidades do próximo ciclo. 'Um planejamento adequado para 2026 será essencial, pois os consumidores estarão mais atentos e comparativos', conclui Seibel.
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Gabriel Azevedo
Jornalista especializado em negócios
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