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AstraZeneca e BMS avaliam fusão de US$ 400 bilhões

A proposta resulta em impacto significativo nas ações da AstraZeneca

Gabriel Rodrigues03 de agosto de 2026 às 07:55
AstraZeneca e BMS avaliam fusão de US$ 400 bilhões

A AstraZeneca, uma das mais reconhecidas empresas farmacêuticas britânicas, e a americana Bristol Myers Squibb (BMS) estão em conversações avançadas sobre uma possível fusão. Se concretizada, essa união pode resultar em uma das maiores gigante do setor farmacêutico, com um valor de mercado aproximado de 400 bilhões de dólares.

O Financial Times informou que as ações da AstraZeneca sofreram uma queda significativa de cerca de 7% logo após a abertura da Bolsa de Londres nesta segunda-feira, 3 de outubro. Essa movimentação reflete a inquietação do mercado em relação às negociações em andamento entre as duas empresas.

Detalhes da Negociação

Fontes próximas ao assunto afirmaram que as discussões sobre a fusão têm ocorrido nos últimos meses e que um acordo pode ser alcançado em um tempo relativamente curto. Contudo, há também a possibilidade de que as negociações não avancem ou sejam adiadas.

A fusão em potencial entre essas duas gigantes do setor farmacêutico pode criar uma empresa com valor de mercado em torno de 400 bilhões de dólares.

A AstraZeneca, por sua vez, é avaliada em aproximadamente 196 bilhões de libras, o que equivale a cerca de 264 bilhões de dólares, enquanto a BMS está avaliada em cerca de 133 bilhões de dólares.

Recentemente, a AstraZeneca reportou um lucro líquido de 2,5 bilhões de dólares no segundo trimestre, um aumento de mais de 2% em relação ao período anterior, impulsionado em grande parte pelas vendas de seus tratamentos oncológicos.

Contexto da Situação

A AstraZeneca possui planos ambiciosos para os Estados Unidos, prevendo que este mercado represente metade de suas receitas até 2030, com um investimento de 50 bilhões de dólares anunciado no último ano.

Por outro lado, a BMS também teve um desempenho financeiro excelente, com um lucro líquido de 3,3 bilhões de dólares no segundo trimestre, um aumento significativo impulsionado principalmente por medicamentos destinados a oncologia e a doenças cardiovasculares.

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