Ariovaldo Rocha revela que setor alcançou 86 mil empregos

A indústria de construção e reparação naval no Brasil alcançou um novo patamar, com 86 mil trabalhadores registrados em julho de 2026, superando os 82.400 empregos do ano de 2014, antes da crise no setor, conforme informou Ariovaldo Rocha, presidente do Sinaval.
Durante a Navalshore, feira da indústria marítima no Rio de Janeiro, Rocha enfatizou que o setor de reparo naval possui perspectivas promissoras, impulsionadas por uma série de obras de modernização e conversão de embarcações.
O crescimento, no entanto, não foi uniforme em todo o Brasil. A região Norte se destacou como uma das que mais avançaram, beneficiada por novos projetos e iniciativas voltadas ao desenvolvimento tecnológico. Por outro lado, o Nordeste apresentou um crescimento moderado, enquanto o Sudeste continuou a ter um papel importante, concentrando a maior parte dos projetos em andamento.
Além da construção naval, diversas atividades relacionadas ao término do ciclo de vida de embarcações, como reciclagem e desmantelamento, estão ganhando destaque. Rocha citou o reciclamento do FPSO P3-32 e o início do desmantelamento do FPSO P-35 em Rio Grande (RS), sinalizando tendências positivas desde a implementação da Convenção de Hong Kong para a reciclagem segura em julho do ano anterior.
"Para assegurar este progresso nas atividades dos estaleiros e na cadeia de fornecedores de bens e serviços nacionais, será necessária a continuidade das obras e das políticas de Estado que estão sendo implementadas no Brasil, quaisquer que sejam os dirigentes.
✨ Setor naval atinge 86 mil empregos, superando 2014.
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