Iguá Saneamento adota sinergia geográfica para expandir operações
CEO René Silva fala sobre futuras estratégias e resultados da empresa.

A Iguá Saneamento, uma das principais empresas do setor no Brasil, está focada em expandir suas operações com uma estratégia de sinergia geográfica. Atualmente, a companhia atua em estados como Rio de Janeiro, Sergipe e Mato Grosso, buscando novas oportunidades em cidades com mais de 200 mil habitantes.
Em entrevista ao Conexão Infra, o CEO René Silva revelou que a empresa não se interessa pela privatização da Copasa, Companhia de Saneamento de Minas Gerais, dando preferência a investimentos que estejam mais alinhados com sua estratégia. 'A Copasa é um investimento um pouco diferente da estrutura e da estratégia da Iguá. Vamos olhar com um pouco menos de interesse', destacou o executivo.
✨ Iguá Saneamento investiu mais de R$ 1,5 bilhão em Cuiabá desde 2017.
Na mesma conversa, Silva mencionou o interesse da empresa na concessão de serviços de água e esgoto em Alagoas e no bloco em Rondônia, que estão próximos de suas operações existentes. A empresa já fez consideráveis investimentos em Cuiabá, onde 93% da população agora tem acesso ao esgotamento sanitário, um marco importante em seu esforço de universalização.
Recentemente, a Iguá avançou em uma Parceria Público-Privada (PPP) no oeste do Paraná, em colaboração com a Sanepar, além de vender 90% de suas ações na Sanessol, voltando sua atenção para operações mais promissoras. Esta venda foi um movimento estratégico para concentrar esforços em áreas de maior potencial de valorização.
No último trimestre de 2025, a Iguá reportou uma receita líquida recorde de R$ 804,3 milhões, um crescimento expressivo de 58,8% em relação ao período anterior. O lucro líquido alcançou R$ 363,9 milhões, um aumento de 73,7%, refletindo o desenvolvimento de suas operações recentes.
✨ Investimentos em água e esgoto superaram R$ 577 milhões em 2025.
Em 2025, os investimentos da Iguá em infraestrutura de água e esgoto totalizaram R$ 828,2 milhões, demonstrando um foco contínuo em obras estruturais. O CFO da empresa, João Lopes, informou que a inadimplência caiu em -0,4% no último trimestre, apresentando uma das melhores marcas da companhia até agora, resultado de esforços para melhorar as cobranças e gestão de crédito.
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