Alexandre Ramagem é preso nos EUA após intento de golpe de Estado
Cooperação internacional leva à detenção do ex-deputado fugitivo

Alexandre Ramagem, condenado a 16 anos de prisão por tentar derrubar o governo, não foi preso nos Estados Unidos por um suposto evento trivial de trânsito, conforme declarado pelo influenciador Paulo Figueiredo.
A Polícia Federal já havia esclarecido que sua prisão foi resultado de uma cooperação policial internacional. O governo americano, sob a administração Trump, alegou ter sido mal orientado por Marcelo Ivo de Carvalho, o delegado brasileiro em Miami, acusado de tentar manipular o sistema de imigração.
✨ O oficial brasileiro foi expulso e agora o posto será ocupado por Tatiana Alves Torres.
Em resposta, o presidente Lula comentou sobre a situação durante uma visita à Alemanha, afirmando que possíveis abusos cometidos pelos EUA seriam retaliados no Brasil. Na sequência, a Polícia Federal retirou as credenciais diplomáticas de um agente de imigração norte-americano que atua no Brasil.
Repercussões no cenário político
No âmbito político, o ministro Gilmar Mendes, do STF, encaminhou uma notícia-crime ao procurador-geral contra Romeu Zema, após o ex-governador fazer insinuações de favorecimento a um ministro do Supremo em troca de privilégios.
Ruas, um deputado aliado do bolsonarismo, foi eleito para chefiar a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, contudo, o futuro do comando é incerto devido a questões judiciais ainda pendentes no Supremo Tribunal.
Negociações internacionais em crise
No cenário global, as relações entre o Irã e os EUA estão tensas, exacerbadas por um vídeo insultoso do regime iraniano a Trump, que tenta estabilizar sua imagem política em meio a índices alarmantes de desaprovação nos Estados Unidos.
Além disso, o Parlamento britânico aprovou uma lei inédita que visa proibir a venda de tabaco e cigarrilhas, numa tentativa de criar uma geração livre do fumo, em resposta aos altos custos do sistema de saúde.
Situação eleitoral no Peru
A eleição peruana se complica com irregularidades, onde Rafael López Aliaga alega fraude em sua corrida contra Keiko Fujimori, que já garantiu sua participação no segundo turno.
O processo eleitoral enfrenta atrasos com reanálises de atas contestadas, enquanto a disputa conta com um número recorde de candidatos e um clima de desconfiança em relação à contagem dos votos.
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