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Banco Central esclarece limites de atuação contra crimes financeiros

Gabriel Galípolo informa que instituição apoia investigações sem investigar.

Gabriel Azevedo08 de abril de 2026 às 11:30
Banco Central esclarece limites de atuação contra crimes financeiros

Em depoimento à CPI do Crime Organizado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ressaltou que a instituição não possui função de investigar crimes, mantendo seu papel restrito ao compartilhamento de informações com órgãos competentes.

Galípolo destacou que o BC colabora no combate a ilícitos financeiros, mas não assume protagonismo nas apurações.

Segundo Galípolo, o Banco Central tem como dever apoiar as instituições que detêm a competência legal para conduzir investigações. "A cada momento que identificamos indícios de irregularidades, informamos e fornecemos subsídios ao Ministério Público e à Polícia Federal", afirmou.

Contexto da CPI

A oitiva de Galípolo ocorre em um cenário de investigações relacionadas ao Banco Master, levantando questionamentos sobre uma possível interferência política nas decisões do sistema financeiro.

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"Quem vai efetivamente dizer se teve uma fraude ou não vai ser a Justiça, a partir do processo investigativo", disse Galípolo, reafirmando que a conclusão sobre irregularidades cabe aos órgãos responsáveis.

CPI do Crime Organizado

Instalada para investigar facções e milícias no Brasil, a CPI agora também foca em desdobramentos do caso Banco Master. O término das atividades do colegiado está previsto para 14 de abril.

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