Gabriel Galípolo informa que instituição apoia investigações sem investigar.

Em depoimento à CPI do Crime Organizado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ressaltou que a instituição não possui função de investigar crimes, mantendo seu papel restrito ao compartilhamento de informações com órgãos competentes.
✨ Galípolo destacou que o BC colabora no combate a ilícitos financeiros, mas não assume protagonismo nas apurações.
Segundo Galípolo, o Banco Central tem como dever apoiar as instituições que detêm a competência legal para conduzir investigações. "A cada momento que identificamos indícios de irregularidades, informamos e fornecemos subsídios ao Ministério Público e à Polícia Federal", afirmou.
A oitiva de Galípolo ocorre em um cenário de investigações relacionadas ao Banco Master, levantando questionamentos sobre uma possível interferência política nas decisões do sistema financeiro.
""Quem vai efetivamente dizer se teve uma fraude ou não vai ser a Justiça, a partir do processo investigativo", disse Galípolo, reafirmando que a conclusão sobre irregularidades cabe aos órgãos responsáveis.
Instalada para investigar facções e milícias no Brasil, a CPI agora também foca em desdobramentos do caso Banco Master. O término das atividades do colegiado está previsto para 14 de abril.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Política

O tenente-coronel apresenta contradições em depoimento e evita contato com família da vítima.

Ministro do STF aponta impunidade e celeridade como principais problemas

Reunião com Gabriel Galípolo aponta caminhos positivos

Tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto está sob investigação após a morte de Gisele Alves Santana, ocorrida em fevereiro.