Ex-assessores foram afastados após denúncias de fraudes em vacinação

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou, nesta segunda-feira (31), um pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, para reintegrar dois ex-assessores à sua equipe de apoio em sua residência. Max Guilherme e Sérgio Cordeiro, que atuaram durante o governo, foram afastados devido a investigações sobre fraudes de vacinação.
Os dois assessores foram afastados em 2023, quando começaram a ser apurados por suposta inserção de informações falsas sobre vacinação contra a Covid-19 nos sistemas oficiais do Ministério da Saúde. Ambos chegaram a ser detidos por quatro meses, porém, suas prisões foram posteriormente revogadas.
✨ O Ministério Público Federal pediu o arquivamento das investigações em junho, afirmando que não havia indícios suficientes que apontassem a participação dos ex-assessores nos crimes.
Diante desse parecer favorável, a defesa argumenta que não foram evidenciados atos dolosos de Sérgio e Max e, portanto, requer a volta deles à equipe de apoio de Bolsonaro, respeitando as cautelas devidas até a resolução total do caso.
"A defesa sustenta que não há provas contra os ex-assessores
Sérgio Cordeiro e Max Guilherme eram figuras próximas ao ex-presidente e atuavam diretamente em sua comunicação e assessoria durante e após seu mandato.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em política

Ex-presidente Jair Bolsonaro segue como referência do campo bolsonarista enquanto Flávio Bolsonaro disputa a Presidência e tenta transformar o legado político do pai em votos.

Ex-presidente afirma não ter autorizado a publicação do documento

Governo busca estratégias para evitar derrota no Congresso

Senador visita ex-presidente após autorização do STF no contexto de queda nas pesquisas