CPMI do INSS Requer Indiciamento de Mais de 200 Indivíduos, Incluindo Lulinha
Relatório sugere ações contra parlamentares, ex-ministros e operadores envolvidos em esquema bilionário.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) referente ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) iniciou a votação de seu relatório final, que sugere o indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo figuras proeminentes como parlamentares, ex-ministros e dirigentes de entidades associativas do setor.
Principais Alvos do Indiciamento
O documento, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), destaca o nome de Fábio Luís Lula da Silva, popularmente conhecido como 'Lulinha', filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como parte dos indiciados. A CPMI também fez uma recomendação para que a Advocacia do Senado solicitasse sua prisão preventiva devido a indícios de uma possível fuga.
"O Lulinha teria recebido repasses através de Roberta Luchsinger, uma associada próxima, que está implicada em um esquema de desvios vinculado ao 'Careca do INSS', figura central na investigação.
✨ Dentre os indiciados, estão figuras como ex-ministros, parlamentares e diretores de instituições, todos envolvidos em práticas ilegais que afetaram o sistema previdenciário.
Contexto da CPMI
A CPMI do INSS foi constituída em agosto de 2025 para investigar cobranças indevidas em benefícios previdenciários, após denúncias de fraudes envolvendo entidades associativas.
- 1José Carlos Oliveira — ex-ministro do Trabalho
- 2Carlos Lupi — ex-ministro da Previdência
- 3Euclydes Pettersen — deputado federal do Republicanos
- 4Gorete Pereira — deputada do MDB
O relatório não só sugere a responsabilização de indivíduos envolvidos, mas também pede para que outros nomes, como o ex-ministro Onyx Lorenzoni e o atual ministro Wolney Queiroz, sejam investigados.
Com a CPI utilizando seus poderes de investigação, que incluem a convocação de depoentes e a quebra de sigilos, é possível esperar avanços nas investigações de fraudes que custaram bilhões ao INSS.
Apesar das limitações em suas ações, como a impossibilidade de determinar diretamente prisões, o relatório pode levar o Ministério Público a buscar responsabilidades civis e criminais contra os indiciados.
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