Deputado Thiago Rangel é preso após descobrir mensagens violentas
Operação investiga fraudes em contratos da Secretaria de Educação

O deputado estadual Thiago Rangel, do Avante, foi detido pela Polícia Federal sob suspeita de atos violentos e fraudes em contratos da Secretaria de Educação. A prisão ocorreu nesta terça-feira, em um desdobramento da Operação Unha e Carne.
Operação Unha e Carne
Esta ação visa investigar supostas irregularidades em contratos de compras. A PF, com autorização judicial, analisou mensagens no celular do deputado, revelando diálogos preocupantes com outras pessoas envolvidas no esquema.
✨ Mensagens revelam planos violentos contra críticos.
Em uma das mensagens de 2021, Rangel sugeriu 'mandar uma surpresa' para Felipe, um crítico na internet. Ele trocou mensagens com seu assessor, Fábio Pourbaix Azevedo, que, em resposta, disse: 'Vou dar jeito nele', enquanto pedi para descobrir o endereço de Felipe.
Outra conversa, datada de 2022, também traz conteúdo violento. Nela, Rangel e Azevedo discutiram um ataque a uma pessoa não identificada, mencionando uma expectativa negativa a respeito desse indivíduo.
Provas adicionais
Além das mensagens, a PF encontrou uma foto de maços de dinheiro no celular do deputado. Luis Fernando Passos, um dos investigados, enviou a imagem ao parlamentar após a assinatura de um contrato, acompanhado da mensagem: 'Guardado'.
✨ Imagem de dinheiro levanta suspeitas sobre corrupção.
Defesa se pronuncia
A defesa de Rangel negou as acusações, afirmando que o deputado não cometeu atos ilícitos e que fornecerá explicações durante a investigação. Os advogados pedem cautela nas conclusões sobre o caso, ressaltando a importância de se conhecer todos os detalhes antes de qualquer julgamento.
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