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Desaparecimento de Relógios de Luxo em São Paulo Gera Investigação na Corregedoria

12 relógios avaliados em mais de R$ 1 milhão sumiram após serem encaminhados ao Instituto de Criminalística.

Acro Rodrigues25 de março de 2026 às 14:45
Desaparecimento de Relógios de Luxo em São Paulo Gera Investigação na Corregedoria

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo está conduzindo uma investigação referente ao misterioso desaparecimento de 12 relógios de luxo, que estavam sob a guarda do Instituto de Criminalística. Avaliados em mais de R$ 1 milhão, os itens foram recuperados posteriormente.

Circunstâncias do Desaparecimento

As peças foram apreendidas em setembro do ano passado durante uma operação realizada pelo 35º Distrito Policial, localizado no Jabaquara, como parte de uma investigação sobre receptação de produtos roubados. Entretanto, somente no dia 16 de março deste ano, os relógios foram oficialmente entregues ao Instituto.

Estranhamente, o desaparecimento ocorreu no mesmo dia em que foram recebidos no instituto, enquanto estavam alocados em um setor de acesso restrito, focado em investigações sobre crimes contra o patrimônio.

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Estamos tratando o caso como uma possível ocorrência de furto ou peculato, dependendo da origem do envolvimento dos responsáveis - Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo.

Os relógios desaparecidos estavam conectados a um suspeito, João Vitor de Castro Fonseca, de 28 anos, que possui um comércio eletrônico de joias e alegou que adquiria os produtos de terceiros.

Contexto Adicional

Durante a ação policial, foram encontrados vários relógios de prestigiadas marcas, como Rolex e Omega. Interessantemente, parte destes produtos foi mencionada como recebida em consignação pelo investigado.

Após o incidente no Instituto, houve informações de que os mesmos relógios teriam sido oferecidos de volta ao suspeito em poucos dias. O advogado de Fonseca relatou que ele decidiu devolver os itens à Corregedoria.

A Corregedoria está agora buscando registros de câmeras de segurança para auxiliar na identificação de possíveis culpados. Até o momento, não há prisões realizadas.

A Secretaria de Segurança Pública declarou que um inquérito foi iniciado para investigar os crimes de furto e peculato, e enfatizou a cooperação da Polícia Técnico-Científica nas apurações, reiterando seu compromisso em investigar rigorosamente qualquer desvio de conduta.

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