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política
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Eduardo Bolsonaro assume papel no filme Dark Horse após polêmica

Mudança de planos impacta financiamento do projeto sobre Jair Bolsonaro

Giovani Ferreira15 de maio de 2026 às 19:30
Eduardo Bolsonaro assume papel no filme Dark Horse após polêmica

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) emergiu em meio à controvérsia envolvendo o financiamento do filme Dark Horse, que visa promover a imagem de Jair Bolsonaro nas eleições deste ano. A revelação sobre seu papel como produtor-executivo ocorreu em meio a debates acalorados nas redes sociais.

Reviravolta na Produção do Filme

De acordo com o site The Intercept Brasil, Eduardo havia inicialmente afirmado que só cederia seus direitos de imagem. No entanto, em um vídeo, ele confirmou ter assinado um contrato que lhe conferia responsabilidades financeiras pelo projeto. Além disso, relatou ter direcionado 50 mil dólares para garantir a participação do diretor Cyrus Nowrasteh. Eduardo alegou que, após novos investidores se juntarem ao financiamento, sua função foi alterada e o valor foi devolvido.

Flávio Bolsonaro também enfrenta contradições ao admitirem repasses a um fundo nos EUA para o projeto.

Enquanto isso, a situação para Flávio Bolsonaro se complicou ainda mais com suas próprias declarações. Inicialmente, ele negou qualquer relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, mas depois admitiu a negociação de um aporte de 134 milhões de reais para o filme, que envolveu transações complexas que levantaram suspeitas sobre a origem dos recursos.

Investigações e Consequências

As investigações da Polícia Federal agora abrangem o clã Bolsonaro, investigando se parte do financiamento foi utilizado para cobrir despesas de Eduardo nos Estados Unidos. Flávio, por outro lado, reitera que os recursos envolvem investimentos privados, embora os antecedentes de Vorcaro estejam sob escrutínio por supostas fraudes financeiras.

Denúncias de más práticas no set de filmagem também emergem, trazendo mais impactos ao projeto.

Além disso, o lançamento de Dark Horse enfrenta novas tempestades devido a um dossiê recebido pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões de São Paulo, que contém reclamações de assédio moral e condições inadequadas durante as filmagens. Esses relatos vêm à tona em um momento crítico, complicando ainda mais a imagem pública do projeto e de seus promotores.

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