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política
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Eleições de 2026: governadores renunciam para candidaturas

Onze governadores desistem de mandatos e se candidatam nas eleições de outubro.

Ricardo Alves06 de abril de 2026 às 01:05
Eleições de 2026: governadores renunciam para candidaturas

Na corrida eleitoral de 2026, onze dos 27 governadores decidiram renunciar seus cargos para se candidatar nas eleições de outubro, conforme levantamento. O prazo para desincompatibilização se encerrou no último sábado, dia 4.

Até o momento, Ronaldo Caiado (PSD), de Goiás, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, já anunciaram suas candidaturas à presidência. Outros oito governadores optaram por concorrer a uma das 54 cadeiras do Senado que serão renovadas neste ano.

  • 1Antonio Denarium (Republicanos) - Roraima
  • 2Cláudio Castro (PL) - Rio de Janeiro
  • 3Ibaneis Rocha (MDB) - Distrito Federal
  • 4Gladson Cameli (PP) - Acre
  • 5Helder Barbalho (MDB) - Pará
  • 6João Azevêdo (PSB) - Paraíba
  • 7Mauro Mendes (União Brasil) - Mato Grosso
  • 8Renato Casagrande (PSB) - Espírito Santo

Wilson Lima (União Brasil), governador do Amazonas, renunciou após inicialmente decidir concluir seu mandato. Embora ainda não tenha declarado oficialmente a posição que irá concorrer, especula-se que ele também esteja interessado na vaga do Senado.

A eleição para o Senado é vista como crucial, tanto para o governo quanto para a oposição, uma vez que os senadores desempenham papel essencial na aprovação de leis e no funcionamento político do país.

Governadores e outros agentes políticos com aspirações eleitorais precisam se afastar de seus cargos para evitar uso indevido da máquina pública. A única exceção é para aqueles que buscam reeleição, como Lula e nove outros governadores este ano.

Regulamentação

A renúncia é uma condição necessária, mas não garante a candidatura, que só será confirmada após as convenções partidárias e o registro no TSE, previsto para agosto. Além disso, se um governador que renunciou decidir não seguir em frente, não poderá retornar ao cargo.

No Rio de Janeiro, Cláudio Castro se encontra em uma situação peculiar, pois ele estava sem vice e terá que convocar uma nova eleição para um mandato-tampão. O STF determinará se essa eleição será direta ou indireta.

No Amazonas, a situação é semelhante, com o vice Tadeu de Souza renunciando e Roberto Cidade assumindo a presidência da Assembleia Legislativa. Além dos governadores, outros dez prefeitos de capitais também renunciaram para se candidatar.

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