Governo descarta uso do FGTS para aliviar dívidas
Nova estratégia se concentra na ampliação do programa Desenrola

O governo federal decidiu não seguir em frente com a proposta que permitiria o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a quitação de dívidas pessoais, priorizando a expansão do programa Desenrola.
Após semanas de debates, a administração encontrou obstáculos jurídicos que inviabilizaram a liberação do FGTS para esse fim. A decisão final está prevista para ser discutida na próxima segunda-feira (27), durante uma reunião entre o ministro da Fazenda, Dario Duringan, e representantes de bancos em São Paulo.
Novo enfoque no programa Desenrola
A proposta agora é concentrar esforços na nova fase do programa Desenrola, que visa renegociar dívidas e oferecer alívio financeiro às famílias sobrecarregadas com o aumento das taxas de juros. Pesquisa recente do Datafolha aponta que dois em cada três brasileiros estão endividados.
✨ Desenrola foi uma promessa de campanha de Lula e é visto como uma prioridade do governo atual.
Contexto Adicional
O governo também está priorizando medidas para mitigar os efeitos de crises internacionais, como a guerra no Oriente Médio, e trabalhar para evitar a inflação elevada durante a campanha eleitoral.
Lula busca implementar soluções que não apenas aliviem a pressão financeira sobre as famílias, mas que também melhorem sua aprovação junto à população, que atualmente enfrenta uma fase de frustração com a gestão do governo.
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