Voltar
política
2 min de leitura

Marine Le Pen lança campanha eleitoral mesmo com condenação

Líder do RN critica adversários e reafirma inocência em La Flèche

Gabriel Rodrigues08 de julho de 2026 às 10:55
Marine Le Pen lança campanha eleitoral mesmo com condenação

A líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, deu início à sua campanha presidencial nesta quarta-feira, 8, um dia após anunciar oficialmente sua candidatura. Apesar de uma condenação recente por desvio de dinheiro, Le Pen se mostrou confiante em sua trajetória política.

Durante um evento na comuna de La Flèche, localizada no oeste da França e conquistada por seu partido, Reagrupamento Nacional (RN), a política minimizou as críticas recebidas. Afirmando que o tribunal restabeleceu sua elegibilidade, Le Pen anunciou que pretende recorrer ao Tribunal de Cassação para tentar reverter sua condenação anterior.

“O tribunal restabeleceu minha elegibilidade. Sou inocente e apresentarei um recurso ao Tribunal de Cassação para provar minha inocência”, declarou.

Preparando-se para sua quarta tentativa de agarrar a presidência, Le Pen se considera em um momento crucial, onde seu partido vê essa eleição como uma das melhores oportunidades para chegar ao poder. Ignorando as incertezas sobre seu recurso, concentrou o debate em suas propostas políticas, afirmando que não se deixará abalar por questões jurídicas durante sua campanha.

Apesar do apoio efusivo de seus seguidores, Le Pen também foi recebida com protestos por um grupo de ativistas de esquerda, que não hesitaram em expor cartazes com a mensagem: “Le Pen, condenada”.

Ao seu lado estava Jordan Bardella, possível vice, que destacou não sentir nem alívio nem decepção por não ser o candidato principal de seu partido. Na perspectiva de uma vitória de Le Pen, Bardella é visto como o favorito para se tornar o novo primeiro-ministro.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de política