Voltar
política
2 min de leitura

Pete Hegseth critica mídia durante coletiva no Pentágono

Secretário de Defesa dos EUA compara repórteres a adversários de Jesus

Carlos Silva16 de abril de 2026 às 16:36
Pete Hegseth critica mídia durante coletiva no Pentágono

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, fez declarações polêmicas durante uma coletiva de imprensa, alegando que parte da imprensa 'odeia Trump', enquanto comparava repórteres a adversários históricos de Jesus Cristo, que buscavam sua destruição.

Em um discurso repleto de referências bíblicas, Hegseth criticou a cobertura negativa da mídia sobre a guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, refletindo em seu sermão sobre como os fariseus tentaram desacreditar Jesus, mesmo após seus milagres.

Hegseth afirmou: 'A nossa imprensa é exatamente como esses fariseus'.

O secretário acrescentou que sua crítica se direcionava especificamente àqueles que ostentam um viés contra o ex-presidente Trump. Ele mencionou que 'os fariseus examinavam cada ato bom a fim de encontrar uma violação', sugerindo que a mídia adota uma postura semelhante.

Conflito com o papa Leão

As declarações de Hegseth ocorrem em meio a uma crescente rivalidade entre Trump e o papa Leão, que se posicionou contra as guerras, especialmente no contexto do discurso religioso utilizado por figuras políticas. Recentemente, Trump publicou imagens em que se equipara a Jesus, promovendo mais tensão entre esses líderes.

Hegseth também foi enfático em suas orações, pedindo por ações decisivas contra os inimigos. Segundo o historiador John Fea, o uso aberto da linguagem religiosa pelo governo Trump é um fenômeno notável na política moderna dos EUA.

Contexto Adicional

As tensões entre a política e a religião nos EUA têm raízes profundas, e o governo Trump promoveu um diálogo intenso entre cristianismo e decisões militares, definido por críticas e apoio fervoroso de grupos evangélicos.

Em resposta à coletiva de imprensa, o papa Leão fez uma postagem contundente no X, alertando sobre a manipulação da religião para interesses políticos e militares, o que intensifica ainda mais a discordância entre ele e a administração Trump.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de política