Candidato do Novo à presidência debate privatizações e governança

O candidato à Presidência da República pelo Novo, Romeu Zema, afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) deixou de ser uma instância judicial isenta e consiste, para alguns de seus membros, em um 'balcão de negócios'. A declaração foi dada durante uma entrevista a veículos de comunicação, incluindo CBN, Valor Econômico e O Globo.
Zema criticou o funcionamento do STF, destacando que, embora haja juízes em quem a população confia, existem aqueles que usam a corte para seus interesses pessoais. Ele enfatizou a necessidade de reformas na governança do Congresso Nacional, apontando que presidentes da Câmara e do Senado têm o poder de barrar propostas que contam com o apoio da maioria dos parlamentares.
"Um presidente barrar algo que 60% dos senadores assinaram... será que esse presidente está representando adequadamente os interesses do povo?
✨ Zema pretende implementar reformas gradualmente na governança do Congresso.
Durante a pré-campanha, o candidato já havia revelado sua intenção de privatizar inúmeras estatais. Contudo, nesta terça-feira, ele esclareceu quais empresas permanecerão sob controle do governo, incluindo a Caixa Econômica Federal, a Embrapa e o IBGE. Para instituições como o Banco do Brasil e a Petrobras, Zema propôs um desmembramento em diferentes empresas para facilitar suas privatizações, argumentando que o modelo atual é ineficiente.
Zema é um empresário e político brasileiro, conhecido por sua atuação no estado de Minas Gerais, e tem buscado expandir sua influência a nível nacional.
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