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política
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Trump retorna dos acordos comerciais em Pequim com Xi Jinping

Presidentes firmam entendimentos em áreas econômicas e geopolíticas

Camila Souza Ramos15 de maio de 2026 às 06:30
Trump retorna dos acordos comerciais em Pequim com Xi Jinping

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou a China nesta sexta-feira após garantir acordos comerciais considerados "fantásticos" e receber uma oferta de apoio do líder chinês Xi Jinping para desobstruir o Estreito de Ormuz.

O Air Force One decolou do Aeroporto Internacional de Pequim às 14h40 (horário local), após dois dias de negociações que trataram de tópicos como comércio, agricultura e tecnologia.

Trump celebrou os resultados de sua visita, classificando a viagem como histórica e produtiva.

Acordos Comerciais e Tensão Geopolítica

Durante sua estada em Pequim, Trump e Xi discutiram acordos em vários setores, incluindo a compra de aeronaves Boeing e o fornecimento de soja e petróleo dos Estados Unidos para a China. Apesar do tom conciliador de Xi, a questão de Taiwan foi levantada como uma possível fonte de conflito.

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Trump afirmou que os acordos firmados seriam benéficos para ambos os países, sem fornecer detalhes específicos sobre as negociações.

Contexto sobre o Estreito de Ormuz

O Estreito de Ormuz é uma importante via marítima que conecta o Golfo Pérsico ao Oceano Índico e é crucial para o transporte de petróleo. A estabilidade dessa região é vital para o mercado global de energia.

Xi se comprometeu a ajudar na reabertura do estreito e garantiu que a China não apoiará militarmente o Irã, que atualmente controla a região.

Reações e Expectativas

Após a reunião, destacaram-se reações variadas. O secretário de Estado, Marco Rubio, reafirmou que a política americana sobre Taiwan não sofreu alterações. Taiwan, por sua vez, expressou gratidão pelo apoio contínuo de Washington.

A visita de Trump a Pequim é considerada um esforço significativo para equilibrar as relações comerciais e políticas entre as duas potências.

As expectativas em torno dos acordos comerciais foram aumentadas, mas as ações da Boeing caíram após os anúncios de Trump, evidenciando um mercado cauteloso quanto ao volume real das transações.

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