São Paulo registra novos óbitos por febre amarela em 2026
CVE-SP confirma 9 casos da doença, com 5 mortes sem vacinação

O Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo (CVE-SP) reportou nesta quinta-feira, 14, dois novos casos de febre amarela que resultaram em mortes no estado. Com esses registros, o total de casos da doença em 2026 chegou a nove, com cinco óbitos, todos de pessoas que não se imunizaram contra a doença.
Os últimos casos foram identificados em Lagoinha, no Vale do Paraíba, tratando-se de dois homens de 64 e 54 anos. Diante desse panorama, a Secretaria de Saúde paulista redobrou o alerta para a importância da vacinação contra a febre amarela.
✨ Vacinação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs)
A vacina está disponível gratuitamente nas UBSs de São Paulo e é recomendada para toda a população. A Secretaria orienta que pessoas que ainda não se vacinaram busquem as unidades de saúde, especialmente antes de viajar para áreas rurais ou com circulação do vírus.
Para quem deve tomar a vacina, as diretrizes são claras: crianças devem receber uma dose aos 9 meses e um reforço aos 4 anos. Aqueles que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos precisam de um reforço. Já os adultos de 5 a 59 anos que nunca foram vacinados devem receber uma dose única. Aqueles vacinados com a dose fracionada em 2018 devem checar a necessidade de atualização no cartão de vacinação.
Informações sobre a febre amarela
A febre amarela é uma infecção viral aguda transmitida pela picada de mosquitos silvestres, sem transmissão de pessoa para pessoa. A morte de macacos é um sinal de alerta sobre a presença desses mosquitos, e tais ocorrências devem ser comunicadas às autoridades de saúde locais.
Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores musculares, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. A prevenção é realizada exclusivamente através da vacinação, que pode ser acessada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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