Brasil atinge 594 novas aberturas de mercado agro em 2023
Meta do Mapa é fechar 700 acordos até o fim do mandato

O Brasil já celebrou 594 novas aberturas de mercado agropecuário em 2023, com uma previsão de alcançar até 700 até o fim do mandato atual do governo.
Avanços nas negociações internacionais
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está impulsionando os esforços para expandir o mercado agro brasileiro, com destaque para as negociações que resultaram em acordos com nove países, possibilitando a exportação de 29 produtos agropecuários apenas em abril. O secretário Luis Rua está liderando essas discussões, com foco em regiões como Ásia, África e América Central.
✨ Somente nos primeiros meses de 2023, o Brasil já fez acordos com 59 novos parceiros internacionais.
De acordo com Rua, o ritmo de aberturas é significativo, quase três vezes superior ao período de 2019 a 2022, quando foram registradas 239 novas acessos em quatro anos. A busca por novos mercados continua intensa, especialmente na Ásia, que representa um alvo estratégico devido à sua crescente demanda por proteína.
"Estamos comprometidos em chegar aos 700 acordos. Essa semana, abrimos vários mercados para frutas e estamos próximos de novas liberações para castanhas. O objetivo é claro e estamos trabalhando para alcançá-lo.
Negociações específicas e resultados
Recentemente, o Vietnã autorizou a importação de miúdos bovinos e suínos do Brasil, um avanço significativo dado o potencial dessa negociação. Além disso, o país já havia recebido carne bovina in natura em março do ano passado.
✨ O Vietnã já importou mais de US$ 3,5 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025.
Contexto sobre as Filipinas
As Filipinas anunciaram a autorização para a importação de carne bovina resfriada do Brasil, além de reabrir o mercado para carne com osso após uma pendência documental. Também reduziram tarifas sobre gordura bovina, facilitando o acesso a este produto importante em suas demandas locais.
Com essas reaberturas e reduções tarifárias, o Brasil busca aumentar sua competitividade e acessar segmentos de maior valor agregado, o que será replicado em outros mercados, segundo o secretário.
Nas próximas semanas, novas negociações estão programadas, incluindo discussões sobre castanhas e ampliações de acesso para frutas, mostrando o compromisso contínuo do Brasil em solidificar sua presença no comércio agropecuário internacional.
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