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agricultura
2 min de leitura

Queda nos preços do milho reflete alta oferta e estoques elevados

Mercado aguarda novas baixas enquanto vendedores se mostram flexíveis

Camila Souza Ramos11 de maio de 2026 às 11:15
Queda nos preços do milho reflete alta oferta e estoques elevados

Os preços do milho estão em queda na maioria das regiões monitoradas pelo Cepea, influenciados por uma oferta maior após a colheita da safra de verão e pelos elevados estoques da temporária 2024/25.

À medida que os compradores aguardam novas reduções nos preços, os vendedores estão demonstrando maior flexibilidade nas negociações.

Os contratos de milho estão sofrendo pressão e recuando no Brasil, devido ao carregamento da safra em armazéns.

De acordo com as informações do Cepea, a chegada de novos lotes e os estoques remanescentes estão aumentando a urgência para liberar espaço e gerar caixa.

Impacto das condições climáticas

Mesmo com a pressão sobre os preços, os analistas do Cepea apontam que as quedas não foram mais acentuadas devido a incertezas climáticas que afetam as regiões produtoras da segunda safra.

Fatores como a escassez de chuvas e as altas temperaturas aumentam as preocupações dos agentes do mercado, principalmente com a previsão do retorno de frentes frias que podem impactar a produtividade das lavouras.

Projeção de produção

Conforme a Conab, a estimativa atual é de produção de 109,11 milhões de toneladas de milho na segunda safra, mantendo o mercado atento às lavouras e condições climáticas.

A dinâmica entre a oferta elevada, a necessidade de liberar armazenagem e os riscos climáticos deverá continuar a influenciar as negociações do milho nos próximos dias.

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