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Agronegócio
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Argentina mantém previsões estáveis para a safra agrícola 2025/26

Colheitas de soja, milho, girassol e sorgo mostram resultados variados na safra atual.

Gabriel Azevedo30 de março de 2026 às 15:45
Argentina mantém previsões estáveis para a safra agrícola 2025/26

A safra agrícola na Argentina para o ciclo 2025/26 continua a avançar, com as colheitas progredindo e as previsões para as culturas principais permanecendo estáveis, o que aponta para um panorama produtivo equilibrado.

Desempenho das culturas

De acordo com informações fornecidas pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires, as lavouras apresentam condições majoritariamente favoráveis, com algumas pequenas revisões nas estimativas. No caso específico da soja, 81,7% das áreas cultivadas estão em estado considerado normal a excelente, e 85,1% delas apresentam uma situação hídrica que se classifica como adequada ou ótima.

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A projeção de produção de soja foi mantida em 48,5 milhões de toneladas, evidenciando um desenvolvimento regular ao longo do ciclo da cultura.

Colheita de milho alcança 15,2% da área total, com rendimento médio de 84,8 sacas por hectare.

Áreas cultivadas

O girassol apresentou um aumento na área cultivada, agora estimada em 2,85 milhões de hectares, enquanto a área de sorgo foi reduzida para 750 mil hectares.

No que se refere ao milho, a colheita segue avançando, já cobrindo 15,2% da área destinada a essa cultura, com um rendimento médio registrado de 84,8 sacas por hectare. A estimativa de produção permanece em 57 milhões de toneladas, com a situação não tendo sofrido alterações significativas.

No segmento do girassol, a colheita já abrange 61,1% da área apta, com uma produtividade média nacional de 23,8 sacas por hectare, resultando em uma nova previsão de produção que foi ajustada para 6,4 milhões de toneladas.

Em contrapartida, o sorgo teve uma leve diminuição na área cultivada, que caiu para 750 mil hectares. Atualmente, 9,8% dessa área já foi colhida, com um rendimento médio de 44,4 sacas por hectare, e a nova projeção de produção foi reduzida para 2,9 milhões de toneladas.

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