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Agronegócio
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Brasil busca expandir exportações agrícolas em missão a Oregon

O Ministério da Agricultura promove intercâmbio comercial para fortalecer presença no mercado dos EUA.

Camila Souza Ramos20 de maio de 2026 às 10:40
Brasil busca expandir exportações agrícolas em missão a Oregon

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) conduziu uma missão comercial em Oregon, entre os dias 13 e 14, visando incrementar as exportações de produtos do agronegócio brasileiro para o mercado americano.

O evento contou com a participação de oito empresas de diferentes setores, incluindo café, água mineral, cachaça, açaí, chocolate, pão de queijo e carnes. O objetivo principal foi conectar produtores e empresários com potenciais compradores, redes varejistas, e operadores logísticos locais.

Os EUA foram o terceiro maior destino das exportações agrícolas brasileiras em 2025, recebendo US$ 11,4 bilhões em produtos agropecuários.

A coordenação da missão ficou a cargo da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, com suporte da adida agrícola do Brasil nos Estados Unidos, Ana Lucia Viana, e do cônsul honorária em Oregon, Daniela Andrade.

Programação e Atividades

Durante a missão, os representantes participaram do Fórum Econômico Brasil–Oregon, realizaram rodadas de negócios e visitas a varejistas em Portland. Essas atividades foram crucial para entender o perfil de consumo e as exigências comerciais do mercado americano.

Além disso, a delegação visitou o Porto de Portland para avaliar a infraestrutura e as opções de distribuição de alimentos e bebidas brasileiros, destacando a importância da logística no processo de exportação.

Mercado de Alimentos Especiais nos EUA

O setor de alimentos especiais nos Estados Unidos é avaliado em mais de US$ 200 bilhões, apresentando oportunidades para produtos brasileiros com identidade de origem, como café e chocolate.

Embora o Mapa tenha ressaltado o potencial dessa missão para identificar novas oportunidades comerciais, os resultados em termos de volume de negócios ainda não foram divulgados, o que impede uma avaliação imediata do impacto para as empresas envolvidas e as exportações brasileiras.

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