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Agronegócio
2 min de leitura

Colheita de mandioca no Rio Grande do Sul avança com boa qualidade

Produtores se preparam para próxima safra enquanto colhem com bom rendimento

Acro Rodrigues16 de junho de 2026 às 20:15
Colheita de mandioca no Rio Grande do Sul avança com boa qualidade

A colheita de mandioca avança positivamente em várias regiões do Rio Grande do Sul, com destaque para a boa produtividade e a qualidade das raízes, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar.

Preparativo para nova safra

Os agricultores estão focados não apenas na colheita, mas também na preparação da próxima safra, que inclui o armazenamento das ramas para plantio programado para agosto. Na área administrativa de Santa Rosa, os produtores continuam cortando e armazenando as ramas que serão utilizadas no próximo ciclo de cultivo.

Apesar de alguns desafios, as áreas sem cortes antecipados das manivas mostram bom desenvolvimento, beneficiadas por temperaturas amenas e chuvas moderadas.

Desafios enfrentados

Observe-se que a incidência de bacteriose tem causado perdas em algumas lavouras, resultando na morte de plantas e comprometendo o rendimento. No entanto, as lavouras sem cortes ainda apresentam uma abundante quantidade de folhas, o que contribui para a sanidade das raízes.

Qualidade e preço do produto

A produção continua satisfatória, com raízes de boa qualidade culinária e adequado cozimento. O preço da mandioca congelada varia entre R$ 5,50 e R$ 10,00, dependendo do mercado local.

Desenvolvimento na região de Soledade

Na regional de Soledade, a colheita está intensificada. As condições climáticas favoráveis têm facilitado o cultivo, proporcionando uma janela de colheita prolongada e melhorando a qualidade do produto. Os produtores também estão tomando medidas para proteger as manivas para o próximo plantio.

A comercialização permanece ativa tanto em mercados locais quanto na Ceasa, com agroindústrias locais intensificando atividades de descasque e congelamento da mandioca para atender à demanda do mercado. O produto está sendo vendido por cerca de R$ 30,00 a caixa de 22 quilos em cidades como Mato Leitão e Venâncio Aires.

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