Congresso de Fisiologia Vegetal em Juazeiro marca 40 anos da sociedade
Evento reunirá academia e setor produtivo entre 17 e 22 de agosto de 2026

Entre os dias 17 e 22 de agosto de 2026, Juazeiro, na Bahia, será o palco do XX Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal (XX CBFV). O evento, que também celebra os 40 anos da Sociedade Brasileira de Fisiologia Vegetal, ocorrerá no Complexo Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).
Importância da região semiárida
O tema central deste ano será 'Fisiologia Vegetal, Tecnologias Emergentes e Mitigação de Estresses'. Ana Rita Leandro dos Santos, presidente do GEESP, aponta que a escolha do Vale do São Francisco não é mera coincidência, dado o amplo uso da fisiologia vegetal na agricultura da região.
✨ A fruticultura do Vale é reconhecida por sua excelência, mesmo em um ambiente semiárido.
Ana Rita destaca como a união de tecnologias e fisiologia permite à fruticultura local prosperar. Ela explica os desafios climáticos, como altas temperaturas e radiação solar, que afetam a produção e ressalta a importância da gestão do estresse ambiental.
Gestão do estresse e inovação
A pesquisadora enfatiza que o conceito de 'gestão do estresse' é crucial para maximizar a aclimatação das plantas em ambientes adversos, podendo favorecer o desenvolvimento das culturas e garantindo a produção agrícola.
Ana Rita também ressaltou a necessidade de uma conexão rápida entre pesquisa científica e produtores, afirmando que o congresso deve facilitar esse diálogo para que os conhecimentos gerados na academia sejam aplicados no campo.
✨ O evento favorecerá um diálogo produtivo entre o setor científico e o agrícola.
Programação com equidade de gênero
Este ano, pela primeira vez, o Congresso alcançará a paridade de gênero na programação, com 52% de mulheres como palestrantes. Questões de mudança climática e produção sustentável de alimentos também serão abordadas ao longo do evento.
Contexto do Congresso
O XX CBFV será uma oportunidade para debater inovações e fortalecer a aplicação da fisiologia vegetal na agricultura, enfatizando sua importância em tempos de mudanças climáticas.
Ana Rita encerra destacando que o evento não é apenas uma celebração, mas um marco transformador que busca demonstrar como a fisiologia vegetal pode transformar a agricultura, assegurando uma produção mais eficiente e sustentável.
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