Cotações de algodão superam R$ 4 com avanços no mercado
Alta diária e firmeza de vendedores impulsionam preços

As cotações do algodão em pluma têm mostrado um crescimento gradual nesta segunda quinzena de abril, conforme os dados divulgados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Na quarta-feira, 22 de abril, o indicador Cepea/Esalq ultrapassou os R$ 4 por libra-peso, uma marca que não era atingida desde agosto de 2025. Em comparação com o mês anterior, o valor da pluma acumulou uma alta de 3,26%.
✨ A postura firme de muitos vendedores é o principal suporte para essa valorização.
Segundo o Cepea, muitos produtores estão atenta às flutuações do mercado internacional, o que tem influenciado suas decisões. Além disso, os cotonicultores estão observando o desenvolvimento das lavouras da safra 2025/26, que se apresenta de forma positiva até o momento.
No mercado, enquanto alguns vendedores cumprem contratos já firmados, outros demonstram interesse em fechar novos negócios. Contudo, a resistência entre compradores e vendedores está restringindo o fluxo de transações.
Os compradores, representados principalmente pelas indústrias, estão monitorando a comercialização e o impacto dos preços na produção de produtos manufaturados. Por outro lado, comerciantes buscam realizar operações que conciliem suas necessidades e atender às demandas programadas.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Agronegócio

Queda do IICP e IIPR: Farsul destaca desafios da inflação no agronegócio
Relatório da Farsul aponta deflações nos índices de custos e preços recebidos pelos produtores em fevereiro.

Soja Registra Alta na Bolsa de Chicago em 30 de Março
Preços da soja, milho e trigo passam por variações distintas nesta manhã.

Mercado de arroz no RS enfrenta divisões entre cautela e necessidade
Estoques e preços impactam negociações no setor agrícola

Mercado do boi gordo apresenta retração em Minas e MS
Liquidez diminui e preços enfrentam pressões baixistas





