Mercado do boi gordo apresenta retração em Minas e MS
Liquidez diminui e preços enfrentam pressões baixistas

A semana começou com um movimento tímido no mercado do boi gordo, caracterizado por pressões de queda impostas pelos frigoríficos e uma diminuição na liquidez das transações.
Na segunda-feira (20), véspera de feriado, muitos vendedores optaram por se afastar do comércio, aguardando novas movimentações nos preços esperadas para quarta-feira (22).
Cenário em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul
Em Minas, o preço da arroba caiu R$ 5, influenciado por uma demanda reduzida por carne e um aumento na oferta de gado. As transações ocorreram entre R$ 340 e R$ 345, com escalas de abate em torno de uma semana.
Em Cassilândia (MS), o mercado também demonstrou baixa liquidez, com preços variando entre R$ 350 e R$ 360 por arroba, registrando uma queda de R$ 5. Aqui, as escalas de abate estão mais longas, com média de 12 dias.
Em Três Lagoas (MS), embora os frigoríficos tenham oferecido preços menores, os pecuaristas mostraram resistência. A oferta de gado continua limitada, o que mantém os valores da arroba estáveis, com escalas de abate entre 7 e 10 dias.
No estado de São Paulo, a liquidez também não se mostrou favorável. O indicador Cepea/Esalq para o boi gordo apresentou uma média de R$ 366 por arroba. No mercado atacadista, a carcaça bovina casada foi comercializada a R$ 25,41 por quilo, refletindo um preço equivalente de R$ 381,15 por arroba.
✨ Queda de preços e baixa liquidez marcam o início da semana no mercado do boi gordo.
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