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Agronegócio
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Manejo da ferrugem asiática na soja exige abordagem integrada

Produtores apostam em combinação de métodos para controlar a doença.

Ricardo Alves01 de julho de 2026 às 02:45
Manejo da ferrugem asiática na soja exige abordagem integrada

O manejo da ferrugem asiática na soja se tornou um tema central de discussão entre os produtores, que buscam um equilíbrio entre eficiência, segurança e redução de custos. Bryan Ferst, gerente comercial e de fazenda, enfatiza que o controle biológico e o químico devem ser vistos como soluções complementares dentro de um sistema integrado.

Na abordagem de Ferst, o planejamento inicia antes mesmo do plantio, com o uso de tratamentos de sementes que incluem biológicos e inoculantes. Essa estratégia, de baixo custo, oferece uma proteção inicial essencial para a cultura.

Durante a fase vegetativa, o foco é nas aplicações químicas em momentos críticos, especialmente antes da formação do dossel, garantindo a segurança no controle da doença. Na fase reprodutiva, os insumos biológicos são empregados de forma escalonada.

A combinação das duas abordagens permitiu uma redução de custos para R$ 2.800 por hectare, mantendo a produtividade.

Ferst observa que não existe uma solução universal aplicável a todas as lavouras, uma vez que cada região possui suas particularidades. O que funciona no Paraná, por exemplo, pode não ser eficaz em Mato Grosso. Por isso, a estratégia deve levar em conta as especificidades de cada operação.

Ao invés de optar entre um método ou outro, a experiência reforça a importância da integração das ferramentas, com aplicações ajustadas conforme a fase da cultura e as necessidades de proteção.

Com essa abordagem integrada, os produtores podem maximizar o controle da ferrugem asiática, preservar a produtividade e manter os custos sob controle, adaptando o manejo às particularidades de suas propriedades.

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