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Agronegócio
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Mercado de feijão carioca enfrenta restrições em julho

Pesquisadores apontam que preços se mantêm firmes mesmo com colheita inicial

Gabriel Rodrigues06 de julho de 2026 às 10:50
Mercado de feijão carioca enfrenta restrições em julho

O mercado do feijão carioca de qualidade superior começa o mês de julho com uma oferta limitada, resultando em uma estabilidade nos preços do grão. A colheita nas áreas irrigadas do Cerrado teve início, mas os volumes ainda são bastante reduzidos.

Pesquisadores do Cepea observaram que a qualidade intermediária do feijão carioca e o feijão preto enfrentam ajustes de preços variados nas diferentes regiões analisadas. Isso reflete a infraestrutura disponível, assim como a qualidade dos lotes de feijão.

Desenvolvimentos no mercado

No campo, a colheita da 2ª safra do feijão carioca no Paraná avança para sua fase final, enquanto as áreas irrigadas em Goiás começam a liberar novas ofertas. Os primeiros lotes de feijão de qualidade superior têm atraído interesse da indústria, que tem se mantido ativa devido aos baixos estoques.

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Os preços permanecem firmes, mas é crucial observar o aumento gradual na disponibilidade esperado para julho

Pesquisadores do Cepea

O feijão preto tipo 1 vê mudanças com o término da colheita no Paraná, o que pode influenciar a estratégia dos produtores.

Contexto do feijão preto

A produção do feijão preto é predominantemente concentrada nas duas primeiras safras do ano, e a menor área cultivada, além das perdas causadas por condições climáticas, têm afetado sua oferta.

A finalização da colheita no Paraná, estado que lidera a produção, está gradualmente mudando a percepção dos operadores de mercado, que se mantêm firmes em suas condições de venda, esperando novas elevações nos preços.

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