Milho mantém preços estáveis em Chicago, mas cai no Brasil
Mercado se preocupa com a produção da segunda safra e condições climáticas.

O milho fechou o mês de abril com preços estáveis nas negociações em Chicago, enquanto enfrentou pressão no mercado brasileiro devido a condições climáticas incertas.
Dados da Consultoria Agro do Itaú BBA indicam que, no mercado internacional, os preços médios ficaram em US$ 4,52 por bushel, mantendo-se inalterados em relação a março. A boa performance nos plantios nos Estados Unidos e a oferta global suficiente contribuíram para limitar grandes altas.
A demanda por etanol nos EUA teve impacto positivo, ajudando a suportar os preços. O aumento dos preços do petróleo e margens de processamento favoráveis mantiveram o consumo industrial em destaque. No Brasil, a disponibilidadade da primeira safra tem pressionado os valores.
✨ Campinas registrou queda de 4% nos preços em abril, com média de R$ 68 por saca em comparação a março.
Embora tenha ocorrido uma queda ao longo do mês, os preços começaram a se recuperar no final de abril devido a preocupações relacionadas à piora do clima em áreas onde a segunda safra está sendo cultivada.
Os estados de Goiás, Minas Gerais e Paraná estão sob monitoramento por causa da escassez de água, o que pode afetar a produção. A Consultoria Agro do Itaú BBA revisou suas estimativas, projetando uma produção total de milho no Brasil de 138 milhões de toneladas para 2025/26, com a segunda safra estimada em 110 milhões de toneladas, embora essa previsão dependa das chuvas de maio.
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