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Agronegócio
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Pesca de tainha é suspensa por atingir cota máxima em 2026

Medida visa evitar captação excessiva do peixe no Brasil

Giovani Ferreira07 de junho de 2026 às 18:20
Pesca de tainha é suspensa por atingir cota máxima em 2026

O Ministério da Pesca e Aquicultura anunciou a suspensão da pesca de tainha (Mugil liza) na modalidade arrasto de praia a partir deste domingo (7), uma decisão tomada após o país atingir 90% da cota autorizada para a temporada de 2026.

A cota total estabelecida para a captura nesta temporada foi fixada em 8.168 toneladas, com a regra sendo formalizada por meio de uma portaria em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. A suspensão é uma medida preventiva para garantir que o limite de captura não seja superado.

O governo acionou o protocolo de interrupção para controlar a captura e respeitar os limites regulatórios.

O monitoramento da temporada de pesca é feito através de um painel que registra as informações fornecidas pelas empresas pesqueiras, conforme exigências legais de reporte da quantidade capturada. Com a aproximação do limite, a interrupção é uma ação necessária para proteger a sustentabilidade da espécie.

Impactos da Decisão

A suspensão impacta diretamente a atividade de pescadores e empresas envolvidas na captura da tainha, afetando as programações de desembarque e comercialização do pescado. Além disso, as embarcações em operação devem concluir o desembarque do pescado em até 24 horas após a captura, podendo, após esse período, apenas pescar outras espécies.

Contexto

O procedimento utilizado para a suspensão baseia-se em dados oficiais que acompanham a quantidade de tainha retirada do mar, ajudando a garantir a regularidade e a sustentabilidade das atividades pesqueiras.

Não foi divulgado um prazo para a possível reabertura da pesca da tainha na modalidade suspensa, e a situação permanecerá assim até que novas diretrizes sejam emitidas.

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