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Agronegócio
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Preços do milho seguem estáveis com baixa oferta e colheita lenta

Mercado é impactado pela lentidão na colheita da segunda safra

Gabriel Rodrigues13 de julho de 2026 às 09:25
Preços do milho seguem estáveis com baixa oferta e colheita lenta

Os preços do milho apresentam estabilidade na maioria das localidades monitoradas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em grande parte devido à baixa liquidez observada no mercado spot.

Vendedores estão priorizando as atividades rurais, enquanto compradores permanecem cautelosos, aguardando a evolução da colheita da segunda safra e o consequente aumento da oferta. Além disso, os preços internacionais em alta também ajudam a sustentar as cotações no mercado interno.

Apesar da expectativa de queda nos preços durante a colheita, as condições climáticas limitaram temporariamente a disponibilidade do milho.

Embora a colheita atual esteja avançando em um ritmo semelhante ao do ano passado, ela ainda está aquém da média das últimas cinco temporadas. Outro elemento que influencia essa dinâmica é o aumento no preço da soja, que leva alguns produtores a priorizarem a venda de soja e a adiarem a comercialização do milho, na esperança de melhores valores.

Expectativas para o avanço da colheita

Para as próximas semanas, o Cepea aponta que a previsão de menos chuvas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste deve facilitar o avanço da colheita da segunda safra. À medida que o trabalho no campo avança, os produtores poderão ter uma noção mais clara sobre a produtividade, levando em conta os efeitos das geadas no Paraná, da seca em Goiás e das condições climáticas que favorecem o desenvolvimento em Mato Grosso.

Contexto sobre as safras

A colheita de milho e soja é crucial para o agronegócio brasileiro, impactando tanto a economia local quanto a global, devido à relevância desses produtos nas exportações.

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