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Colheitas comprometidas geram prejuízos significativos aos agricultores

Um surto de doença fúngica ainda em fase de pesquisa vem gerando apreensão entre os produtores de milho no estado de Mato Grosso. A contaminação é notada apenas no momento da colheita, quando as espigas são abertas, revelando a presença do fungo que compromete a produção de forma silenciosa e agressiva.
Os impactos nas colheitas têm sido alarmantes. Em várias propriedades, as perdas já superam 10% do total produzido. Um agricultor de São José do Rio Claro, por exemplo, divulgou que nos primeiros lotes o impacto foi de 19 sacas a menos por hectare, gerando um prejuízo que ultrapassa R$ 100.000.
Na região ao longo da BR-163, relatos de produtores indicam uma significativa queda na produtividade, variando entre 30% e 45% nas colheitas. Além disso, indústrias de etanol estão lidando com complicações na logística de carregamento por conta da contaminação do milho.
Diante dessa situação, um especialista em fitopatologia foi acionado pela Prossója Mato Grosso para investigar os incidentes. A equipe já começou a coletar amostras e realizar testes com o objetivo de identificar o fungo causador e desenvolver uma estratégia eficaz para frear a propagação da doença no próximo ciclo agrícola.
Após a realização das análises, a Prossója manifestou sua disposição em apoiar os agricultores com recursos e orientações, visando melhorar as condições de manejo e prevenir novos surtos. Uma nova reportagem informará sobre os resultados dos diagnósticos e as possíveis soluções a serem implementadas.
✨ Perdas de até 45% em colheitas de milho preocupam produtores no MT.
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