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Agronegócio
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Mato Grosso enfrenta nova doença fúngica em milharais

Podridão-salmão reduz produtividade em até 42% das espigas

Gabriel Rodrigues22 de julho de 2026 às 12:15
Mato Grosso enfrenta nova doença fúngica em milharais

Pesquisadores identificaram a podridão-salmão, uma doença fúngica que ameaça lavouras de milho em Mato Grosso. A confirmação foi feita após investigações realizadas em propriedades das cidades de Bria Norte, Nova Maringá, São José do Rio Claro e Itaangá, onde a condição afetou entre 22% e 42% das espigas de milhar.

Impacto nas colheitas

A presença da podridão-salmão prejudica o desenvolvimento dos grãos, levando a perdas significativas na colheita. Análises mostraram que as sementes contaminadas pelo fungo possuem um peso até 42,5% inferior em comparação às saudáveis.

Estratégias de manejo em curso

Com a emergência dessa nova condição, agricultores e pesquisadores estão colaborando para encontrar métodos de controle. Entre as iniciativas estão:

  • 1Testes de fungicidas já disponíveis no mercado
  • 2Monitoramento constante das culturas
  • 3Uso de microorganismos para acelerar a decomposição da palhada

Novos desafios no cultivo

Além da podridão-salmão, a podridão branca, causada pelo fungo esteno carpela, também foi detectada. Ambas as doenças representam novos desafios para os produtores de milho da região.

Recomendações para os agricultores

Enquanto soluções definitivas não estão disponíveis, é vital que os produtores monitorem suas lavouras e realizem um manejo adequado utilizando fungicidas, diversificando princípios ativos e aplicando tratamentos de sementes para controlar a proliferação do inóculo.

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