Governo de SP cria Câmara Setorial para Algodão, Milho e Soja, promovendo a agricultura no estado.
medidas fitossanitárias para combater o bicudo no algodoeiro e a ferrugem na soja.

As Câmaras Setoriais e Temáticas (CCST) integram ações da Secretaria de Agricultura para aproximar políticas públicas das necessidades reais dos produtores rurais, fortalecendo cadeias produtivas e ajustando demandas específicas de cada cultura.
✨ A participação dos produtores é vista como essencial para que as políticas públicas reflitam a realidade do campo.
A Câmara Setorial do Algodão, Milho e Soja, presidida por Thiago Trintinalio, tem atuado para aproximar agricultores, cooperativas e cerealistas da Secretaria de Agricultura, promovendo integração e estratégias conjuntas para o setor.
Medidas fitossanitárias e novas resoluções
Durante o encontro, foram apresentadas medidas para o controle de pragas no algodão e na soja, além da assinatura de uma nova resolução sobre o vazio sanitário do algodão. Também está em análise uma proposta semelhante para a cultura da soja, baseada em solicitações da cadeia produtiva.
"O bicudo-do-algodoeiro pode destruir até 70% da lavoura em uma única safra, sendo considerado a principal praga do algodão.
O que é o vazio sanitário?
O vazio sanitário é um período obrigatório sem cultivo para reduzir a sobrevivência de pragas e permitir uma produção mais sustentável.
Com a retomada da produção de algodão no estado nos últimos cinco anos, avanços tecnológicos e ações fitossanitárias têm ganhado destaque para garantir sustentabilidade produtiva.
Próximos passos e ampliação das Câmaras Setoriais
O evento reuniu cooperativas e agricultores para debater estratégias comuns às culturas de algodão, milho e soja. A Câmara reforçou o papel de unir setor público e privado para construir políticas com base nas reais necessidades dos produtores.
- 1Identificação de prioridades da Secretaria de Agricultura
- 2Possível criação de novas Câmaras Setoriais
- 3Ampliação do diálogo com cooperativas e produtores
Os próximos estudos incluem uma consulta ao banco genético do IAC, que poderá auxiliar no desenvolvimento de novas variedades de algodão adaptadas a diferentes regiões do estado.
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