Professor de jiu-jitsu é preso sob acusação de abuso sexual em SP
Melquisedeque Galvão foi transferido para São Paulo após denúncias

O lutador de jiu-jítsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, conhecido como Melqui Galvão, foi preso preventivamente no dia 28 de abril em Manaus, após ser acusado de abusar sexualmente de seis alunas durante treinos.
As investigações tiveram início em São Paulo, quando uma atleta de 17 anos denunciou os abusos ocorridos durante uma competição na Itália. A vítima relatou que o suspeito teria invadido seu celular para destruir provas e coagido seus pais com promessas de apoios financeiros e profissionais.
✨ Além da atleta de 17 anos, duas outras vítimas foram identificadas, uma delas apenas com 12 anos na época do abuso.
A polícia conseguiu evidências a partir do depoimento das vítimas e gravações que indicam a culpabilidade de Melqui. A delegada responsável pelo caso solicitou a prisão temporária do professor, que foi acatada pela Justiça, temendo que ele pudesse obstruir as investigações.
Após a prisão, o professor, que também atuava como instrutor de defesa pessoal na Polícia Civil do Amazonas, foi afastado de suas funções. Além disso, a instituição está investigando sua regularidade nesse cargo e possíveis irregularidades relacionadas a sua atuação em outros estados.
O caso também está em mão da Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública de São Paulo para um procedimento administrativo disciplinar. O Tribunal de Justiça afirmou que o processo é sigiloso, enquanto as investigações continuam e se aguardam resultados das perícias realizadas nos dispositivos eletrônicos apreendidos.
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