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economia
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Brasil debate tarifas comerciais com EUA enquanto empresários estão preocupados

Governo brasileiro classifica tarifaço como 'injusto' e tenta nova negociação.

Gabriel Rodrigues14 de julho de 2026 às 20:10
Brasil debate tarifas comerciais com EUA enquanto empresários estão preocupados

O governo brasileiro expressou suas preocupações com a possibilidade de um aumento nas tarifas comerciais decididas pelos EUA, considerando-as 'injustas' e capazes de impactar gravemente 4,2 mil produtos brasileiros que exportam para o mercado americano.

Em uma reunião recente com representantes dos Estados Unidos, o Brasil reiterou a sua posição de que as novas taxas são inaceitáveis. Apesar de ter alcançado alguns avanços nos diálogos iniciais, desde maio o governo americano tem adotado uma postura rígida, apresentando demandas consideradas 'inegociáveis', como alterações no sistema de pagamentos PIX e na legislação sobre minerais.

Dados sobre desmatamento e outras informações relevantes foram ignorados pelos representantes americanos, o que gerou frustração entre os negociadores brasileiros. Mesmo com a urgência do prazo imposto pelos EUA para a decisão, o governo brasileiro considera pouco provável um adiamento do tarifaço.

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O tarifaço americano não faz 'sentido'

Geraldo Alckmin, Vice-Presidente do Brasil

A Confederação Nacional da Indústria estima que as novas tarifas podem afetar US$ 15 bilhões em exportações brasileiras.

Impactos Econômicos

Os produtos em risco incluem ferro gusa, molduras de madeira e álcool etílico. A Câmara Americana de Comércio e a US Chamber of Commerce reforçaram o pedido para que as negociações sejam mantidas.

Em resposta à situação, o governo brasileiro, através de um comunicado oficial, reiterou sua posição de que a aplicação de tarifas não é o caminho adequado para uma solução que beneficie ambas as partes. A expectativa é de que um acordo bilateral seja formulado para evitar consequências indesejadas.

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