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economia
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Conflito no Golfo Pérsico eleva preços do petróleo globalmente

Novo aumento na tensão afeta o mercado de energia

Gabriel Rodrigues14 de julho de 2026 às 02:30
Conflito no Golfo Pérsico eleva preços do petróleo globalmente

Os conflitos renovados no Golfo Pérsico provocaram uma alta nos preços do petróleo, afetando diretamente o mercado de energia nesta segunda-feira, 13 de janeiro. A escalada de tensões, evidenciada por ataques com mísseis e drones, aumentou as incertezas sobre o comércio global de petróleo, em particular devido ao potencial fechamento do Estreito de Ormuz.

Os contratos futuros do petróleo Brent, que é uma referência global, subiram para US$ 78,68 por barril, enquanto o West Texas Intermediate, utilizado nos Estados Unidos, alcançou US$ 73,89. Essa valorização de cerca de 3,5% reflete a crescente preocupação dos investidores com as hostilidades na região e os seus possíveis impactos na oferta internacional.

A situação torna-se mais complexa com os recentes ataques da Guarda Revolucionária do Irã a instalações militares dos EUA no Bahrein e Kuwait, assim como a ações contra sistemas de radar em Omã e na Base Aérea Príncipe Hassan, na Jordânia. Em resposta, os militares americanos relataram ataques a capacidades iranianas, incluindo sistemas de defesa aérea e embarcações.

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A retomada do tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz depende do fim das intervenções militares americanas

porta-voz iraniano.

Tensão no Golfo Pérsico pressiona o mercado de petróleo e ameaça o fluxo global da commodity.

Contexto

O Estreito de Ormuz é uma via navegável crucial, responsável por uma parcela significativa do petróleo transportado globalmente. Qualquer interrupção nessa área pode ter efeitos drásticos nos preços e disponibilidade da commodity.

O recente aumento das hostilidades coloca em risco um acordo provisório estabelecido em junho entre os EUA e o Irã, destinado a reabrir o estreito e encerrar meses de conflitos. Donald Trump indicou que considera o cessar-fogo encerrado, embora esteja aberto a novas negociações, enquanto o Irã condiciona a normalização do tráfego ao fim das ações militares americanas.

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