Dólar recua com trégua entre Israel e Irã e queda do petróleo
Análise do mercado financeiro e os impactos das tensões no Oriente Médio.

Nesta terça-feira, o dólar iniciou o dia em queda, recuando 0,38%, com a cotação a R$ 5,1603, impulsionado por uma trégua entre Israel e Irã após um período de intensos confrontos que afetaram os mercados globais.
Impactos das tensões do Oriente Médio
O petróleo também seguiu em baixa nesta manhã, refletindo a diminuição das tensões na região. Após um recente ciclo de ataques entre Israel e Irã, que culminou em uma trégua proposta pelo presidente dos EUA, Donald Trump, o barril do Brent estava cotado a US$ 92,37, com uma queda de 1,99%. O West Texas Intermediate (WTI) também apresentava perdas, cotado a US$ 89,13, registrando uma queda de 2,38%.
✨ Alta nas expectativas de juros deve influenciar o cenário financeiro.
Os investidores estão atentos à próxima reunião do Banco Central, agendada para a semana que vem. A expectativa é que a instituição mantenha a taxa Selic em 14,50% ao ano, dado o aumento das previsões de inflação e as direções das curvas de juros.
Resultados de mercado
Dólar: Acumulado da semana: +0,45%; Mês: +2,72%; Ano: -5,63%. Ibovespa: Acumulado da semana: -0,32%; Mês: -3,06%; Ano: +4,56%.
Cenário de conflitos no Oriente Médio
A situação no Oriente Médio se deteriorou com uma troca de agressões, onde o Irã lançou mísseis contra Israel em represália a ataques anteriores, que levaram a uma escalada de bombardeios por parte israelense. Essa nova fase de hostilidades levanta preocupações sobre a estabilidade regional e seus efeitos sobre os mercados.
Em resposta aos conflitos, Trump manifestou sua insatisfação nas redes sociais, destacando que tanto Israel quanto Irã buscam um novo cessar-fogo, apesar das violências persistentes na região.
Perspectivas dos mercados internacionais
Na Ásia, os mercados apresentaram resultados mistos. O índice CSI300 teve uma alta de 1,87%, enquanto o Hang Seng, em Hong Kong, caiu 0,37%. O Nikkei japonês subiu 2,17%, e o Kospi da Coreia do Sul teve um crescimento impressionante de 8,18%.
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