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economia
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Governo brasileiro adota medidas para reduzir impacto da alta de combustíveis

Ações visam garantir oferta de diesel e apoiar famílias em situação de vulnerabilidade.

João Pereira14 de abril de 2026 às 14:45
Governo brasileiro adota medidas para reduzir impacto da alta de combustíveis

O governo federal, em resposta à alta nos preços do petróleo e à instabilidade no Oriente Médio, anunciou novas estratégias para enfrentar os desafios no setor de combustíveis no Brasil. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o país visa atingir autossuficiência na produção de óleo diesel, reduzindo atualmente a dependência de 30% até 2026.

Silveira ressaltou que, embora o planejamento para diminuir essa dependência já estivesse em curso, a urgência aumentou devido ao conflito internacional que pressionou os preços globais do petróleo. Ele garantiu que a oferta de diesel está assegurada no curto prazo, afirmando que, para os próximos dois meses, a oferta está 25% acima da demanda.

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O abastecimento está garantido

Alexandre Silveira

Bruno Moretti, ministro do Planejamento e Orçamento, complementou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está determinado a tomar todas as medidas necessárias para mitigar os efeitos da guerra entre Estados Unidos e Irã na população brasileira. O Brasil está se alinhando a mais de 40 países que implementam políticas fiscais para enfrentar a crise dos combustíveis.

Entre as ações adotadas estão a isenção de tributos federais para combustíveis e a criação de subsídios diretos.

Ações Governamentais

Medidas incluem isenções de PIS/Cofins, subsídios aos produtores, e a implementação de um imposto sobre exportações de petróleo para compensar perdas de arrecadação.

Outras iniciativas fazem parte do pacote, como o aumento das subvenções para o diesel, diferenciando incentivos entre produtos nacionais e importados, e a desoneração do querosene de aviação (QAV) e gás de cozinha (GLP). Silveira também anunciou um incremento orçamentário para o programa Gás do Povo, que já beneficia 15 milhões de famílias de baixa renda.

Esses esforços são vistos como vitais para proteger a população mais vulnerável diante da pressão inflacionária nos preços dos combustíveis.

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