Voltar
economia
2 min de leitura

Governo lança novo programa para quitar dívidas da população

Novo Desenrola Brasil permitirá renegociação de débitos financeiros

Carlos Silva04 de maio de 2026 às 07:05
Governo lança novo programa para quitar dívidas da população

O governo federal anunciou hoje, 4 de dezembro, o Novo Desenrola Brasil, um conjunto de ações direcionadas à diminuição do endividamento da população brasileira. De acordo com o Banco Central, em 2024, 117 milhões de brasileiros estavam com dívidas junto a instituições financeiras.

Estrutura do programa

O pacote abrangente inclui oportunidades de renegociação de débitos de cartão de crédito, cheque especial, crédito rotativo, crédito pessoal e dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os detalhes do Novo Desenrola foram elaborados após discussões entre o governo e representantes do setor financeiro.

Juros limitados a 1,99% ao mês e descontos de até 90% no valor principal das dívidas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou, durante um discurso na última quinta-feira, que os novos termos incluem juros que não excederão 1,99% mensais, além de oferecer descontos que variam entre 30% e 90%. A expectativa é que o programa atenda pessoas com rendas de até cinco salários mínimos, equivalendo a cerca de R$ 8 mil por mês.

Lula também anunciou que os trabalhadores poderão utilizar até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar a quitar suas dívidas. Essa operação será realizada entre as instituições financeiras, com a Caixa Econômica Federal transferindo os valores para o banco credor, desde que haja autorização do trabalhador.

Uma restrição importante é que aqueles que optarem por renegociar suas dívidas ficarão impedidos de acessar plataformas de apostas online por um período de um ano. 'É preciso evitar que as pessoas renegociem e continuem perdendo dinheiro em apostas', enfatizou o presidente.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia