IBC-Br registra alta de 0,5% em abril e sinaliza recuperação econômica
Banco Central aponta crescimento em vários setores em comparação com março

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) divulgado pelo Banco Central do Brasil nesta quarta-feira mostra um crescimento de 0,5% em abril, comparado ao mês anterior, o que indica uma leve recuperação da economia após a retração de 0,2% observada em março.
✨ Esse aumento é o maior desde fevereiro, que registrou alta de 0,6%.
Na análise setorial, a agropecuária se manteve estável, a indústria cresceu 0,4%, e o setor de serviços teve uma expansão de 0,3%.
O Banco Central também informou que, na comparação com abril de 2025, o IBC-Br apresentou um aumento de 0,9%. No acumulado do ano, o indicador avançou 1,3%, e em doze meses, até abril, houve um crescimento de 1,6%, ambos sem ajuste sazonal.
O que é o PIB?
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos em um país, sendo um importante indicador da saúde econômica. Seu crescimento sugere uma economia dinâmica, enquanto sua contração indica encolhimento econômico e menores níveis de consumo e investimento.
Entretanto, não significa automaticamente que um crescimento no PIB se traduz em bem-estar social. Enquanto isso, a indústria paranaense continua a investir em qualificação, automação e eficiência energética para aprimorar suas operações.
Espera-se uma desaceleração da atividade econômica em 2025 devido ao alto nível da taxa Selic, que atualmente está em 14,5% ao ano. Esta taxa foi estabelecida pelo Banco Central para controlar a inflação.
As projeções do mercado indicam um crescimento do PIB de 1,96% para 2026, o que representa uma redução em relação ao avanço de 2,3% registrado no ano anterior.
"O Banco Central afirmou que um crescimento econômico mais lento é parte de sua estratégia para manter a inflação sob controle.
Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central destacou que o 'hiato do produto' permanece positivo, sinalizando que a economia ainda opera acima do seu potencial sem pressionar a inflação.
Vale ressaltar que, embora os resultados do IBC-Br sirvam como uma prévia do PIB, a metodologia empregada pelo Banco Central difere da utilizada pelo IBGE, especialmente ao considerar estimativas para os diferentes setores econômicos.
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